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Papo de pai #3: Paternidade conquistada com sucesso

26 ago

por Jairo Lopes*

 Minha relação com Dimitri começou de  forma complicada, creio que muitas assim começam…

Dimi - Jairo - e Rukia

Dimi – Jairo – e Rukia

Foi algo realmente inesperado, a vida tinha seguido um curso em que paternidade não parecia algo imaginável. Mas ela aconteceu. Eu e minha esposa estávamos separados, e ela engravidou, então voltamos, e desde o início eu sabia que não era pai biológico do meu filho.

Durante a gravidez me comportei como um estereótipo de pai, tentei mas não tinha o apego que a mãe esperava que eu tivesse. Dentro de mim, sabia que a minha relação realmente começaria com a chegada dele e fazia o que podia para tornar essa chegada a melhor possível. Não era falta de sensibilidade (pelo menos gosto de acreditar que não) e, sim, algo que me dizia que a única pessoa que poderia me aprovar como pai era o Dimi, não importa o que a mãe dele queria que eu fosse ou o que eu gostaria de ser e, sim, se ele me aceitaria. Continue lendo

Papo de pai #2: Pais Eternos

8 ago

Por João Rodrigo Souza Leão

A respeito de ser pai, uma das únicas certezas é ter a mente repleta de dúvidas, pois toda vez que olho meu filho só vejo perguntas:

Será que ele será uma pessoa do bem? Será que ele terá uma profissão digna? Será que aprenderá com sabedoria meus ensinamentos? Ele será tolerante com os outros? Me ouvirá quando crescer? Será que minhas palavras servirão de conforto nas horas menos felizes?

Esse mar de perguntas é às vezes esquecido nos momentos de prazer ao dividir com ele a cama no dias frios fornece-lo calor e aconchego. Ao alimentá-lo e ver que os seus olhinhos não desgrudam dos meus. Ao ouvi-lo balbuciar as primeiras palavras desconexas, mas cheias de significado. Ou ainda ao vê-lo ensaiar os primeiros passos sem firmeza seguidos das primeiras quedas.

Na obra autobiográfica “O filho Eterno”, do escritor Cristóvão Tezza, o autor relata sua experiência de ser pai de um filho com Síndrome de Down. O título da obra sinaliza que os desafios e angústias deste e de outros pais são contínuos e duradouros, pois crianças com tal necessidade especial tendem a consumir mais tempo e dedicação de seus pais. O autor relata as batalhas, as lutas e ainda cada pequena conquista e vitória alcançada por seu filho. Segundo o autor, seu filho será um filho eterno.

O Filho Eterno, Cristovão Tezza. Editora Record, 2007

O Filho Eterno, Cristovão Tezza. Editora Record, 2007

Muitos papais enfrentam ainda a angústia de serem os provedores de conforto e segurança. E isso, encurtando a história, exige dinheiro. Embora a felicidade junto dos filhos não dependa somente disso, os pais travam uma luta silenciosa a cada jornada de trabalho a cada desafio financeiro e a cada revés monetário. Homens não falam muito de seus problemas e muitas vezes guardam essas incertezas internamente. E muitas vezes, por serem também “meninos”, acabam por transformar problemas em brincadeiras, tristezas em fantasias.

O que faz de nós papais?

O simples fato de engravidarmos uma mulher? O ato de criar os pequenos e adoráveis bebês? Ou será que já nascemos papais e tudo isso seja fruto do instinto? Será que está tudo nos genes, como sugere o renomado biólogo Richard Dawkins em seu aclamado Best Seller “O Gene Egoísta”?

Talvez não seja nada disso.

Eu, particularmente, me tornei pai no momento que soube da gravidez de minha esposa. Outros papais viram papais aos poucos, ao longo dos nove longos meses de gestação. O importante é descobrir que aquele pequeno ser depende muito do bem estar e da segurança que o papai proporciona ao lar e à família.

Muitos tornam-se papais porque querem a continuidade de sua linhagem. Outros ainda, referem-se à necessidade de ter alguém na velhice que os ampare. Talvez a mais bela definição da paternidade seja a que William Sheakespeare relata em seu soneto número 12:

“Quando a hora dobra em triste e tardo toque
E em noite horrenda vejo escoar-se o dia,
Quando vejo esvair-se a violeta, ou que
A prata a preta têmpora assedia;

Quando vejo sem folha o tronco antigo
Que ao rebanho estendia a sobra franca
E em feixe atado agora o vejo trigo
Seguir o carro, a barba hirsuta e branca;

Sobre tua beleza então questiono
Que há de sofrer do Tempo a dura prova,
Pois as graças do mundo em abandono

Morrem ao ver nascer a graça nova.
Contra a foice do tempo é vão combate
Salvo a prole, que o enfrenta se te abate.”


Fica evidente que segundo Sheakespeare a única maneira de vencer a morte é a procriação, fazer cópias de si mesmo. Mas será que somos apenas isso? Meros replicadores? Simples máquinas de copiar genes? Ou será que a investida dos papais é algo maior? Um exercício de carinho? Ou ainda a própria definição do amor?
 –
Talvez as respostas sejam complexas demais.
Pode ser que elas nem existam. Pode ser também que elas sejam desnecessárias frente ao zelo e ao cuidado que os papais tem com seus filhotes.

 –

Existem pais que não precisam de rótulos ou definições, pois atuam como se tivessem nascido para a paternidade.

Apenas não carregaram os pequenos em seus ventres porque a natureza e a evolução negou isso a eles. Muitos papais colam seus rostos nas carinhas dos seus bebês e sentem o cheiro de sues filhos. Outros pressentem e evitam o perigo; amparam com carinho os seus pequenos. E mesmo depois que estes crescem, o carinho continua o mesmo.

São papais eternos.

 

Talvez ser pai seja mesmo muito complexo, mas a própria natureza nos dá lições de reciclagem, de vida e renascimento.

As estrelas, por exemplo, tem um ciclo de vida. E no final, ao esgotarem o combustível de seus núcleos em chamas, algumas explodem em espetaculares supernovas. O produto da morte estelar é um meio rico em novos elementos químicos que dará origem, no tempo certo, às novas gerações de estrelas.

 

Talvez a missão dos papais seja mesmo essa:

Ensinar o que puderem aos seus pequenos, amá-los infinitamente e após um certo tempo imitarem as estrelas, cedendo lugar a uma nova geração, ainda mais rica, observando que seus filhos finalmente cresceram!

 

Cabe a nós papais termos a certeza de que nossos filhos, um dia, possuirão brilho próprio e iluminarão nossas vidas,

como as estrelas do céu.

 

João pai e João filho

João pai e João filho

João Rodrigo Souza Leão nasceu no Rio de Janeiro, mas mora no sul do Brasil desde sempre. Escolheu a física e a astrofísica como profissão, mas não esquece a literatura e paixão pelas artes. No dia a dia estuda a composição química de galáxias, mas também escreve contos, poemas e crônicas. Atualmente vem aprendendo a ser o papai do Joãozinho, que tem lhe mostrado outras janelas para o vasto universo interior constituído pela mente e pelas percepções humanas. Contato e outros textos do autor, você encontra  em:

Papo de pai #1: Ano Um

6 ago
Costumamos dizer que esse blog fala sobre ‘maternagem’, pois nós, autoras,  somos mães, portanto falamos dos anseios e jeitos de esperar, parir e criar filhos como mães que somos, não poderia ser diferente. Mas, na verdade, esse blog é mais que isso – é um blog sobre criação com apego, sobre alimentação saudável, sobre brincar na rua, sobre mais criatividade e menos consumismo, sobre…
…criar filhos da melhor maneira que se pode criá-los.
E isso não é coisa de mãe. É coisa de quem cria filhos!
Isso é coisa de pai tanto quanto é de mãe!
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E como será que funciona pra eles? Será que tem diferença?
Isso só um pai poderia responder…  então convidamos alguns amigos pais – pais presentes, pais apaixonados, pais reais – para que eles nos falassem um pouco, cada um a sua maneira, das coisas da paternidade. E em agosto, mês dedicado a eles [ok, data comercial, blá blá blá… mas pode ser usada para o bem!] o AG abre espaço para o Papo de Pai – que começa agora e com um texto muito especial, não por ser o primeiro, mas por ser lindo, por ser forte, por ser real – obrigada, Henry, por nos trazer isso!
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Ano Um
Por Henry Alfred Bugalho

Nunca entendi bem porque as pessoas põem filhos neste mundo fodido. Principalmente porque boa parte dos problemas é causado pelas próprias pessoas.

Irresponsáveis criando mais irresponsáveis.

Nunca entendi bem, e passei a entender menos ainda depois de ter o meu próprio filho.

Por que fazemos isto? Qual é o sentido essencial deste ato? O que esperamos disto?

Já concluí que estas são questões falsas. Não podemos esperar sentidos essenciais para nada.

Os sentidos são criados. Nós os criamos. Nós temos de inventar os porquês.

Dizem (Lacan, suponho) que uma mulher se torna mãe no momento em que descobre a gravidez, enquanto o homem só se torna pai quando o bebê nasce.

Isto me parece natural.

A mulher não tem como tirar se si todas as transformações, os enjoos, a fadiga, a barriga crescendo, as posições incômodas para dormir, os chutes nas costelas e os soluços do feto. Está dentro dela.

Bebê e mãe são um só.

O pai é um espectador. Foi convidado para a festa, mas tem de vê-la do lado de fora.

A realidade da paternidade só desaba sobre os ombros do pai quando o bebê sai, chorando e tremendo, e nas noites sem sono que se seguem.

O pai nasce junto com o filho.

“O parto é um milagre; uma prova da nossa centelha divina”.

Quantas vezes já não ouvi algo semelhante expresso com outras palavras?

Para mim, assistir ao parto do meu filho foi a maior evidência da nossa natureza animal. É realmente um milagre, mas sem nenhuma relação com entidades supremas. É tão miraculoso e extraordinário quanto uma borboleta abrindo suas asas pela primeira vez após seu tempo no casulo.

Este é o nosso contato mais íntimo com todos os demais mamíferos; é o nosso vínculo com todas as demais criaturas vivas que subjugamos ou exterminamos.

O bebê nasce e, em contato com a pele da mãe, ameaça engatinhar, arrastando-se centímetros em direção ao peito.

Quão frágil somos neste instante, a mais dependente de todas as criaturas do planeta nesta primeira etapa! Sentimos medo de machucá-lo, como se fosse frágil e quebradiço.

Ele dorme, mas não queremos deixá-lo à sós nem um segundo.

Tão pequenininho e indefeso…

Os três primeiros meses parecem ser intermináveis. É como se houvéssemos ganhado um bonsai.

Um bonsai que chora, caga, mama e precisa de atenção vinte e quatro horas por dia.

Já tivemos um bonsai antes, que morreu em poucos dias. Esquecíamos de regá-lo e de pô-lo para pegar sol.

Se chorasse, cagasse e mamasse, talvez o nosso bonsai ainda estivesse conosco.

Os três primeiros meses são a prova de fogo, ou como dizem os americanos, o momento do “make it or break it”.

Creio que pais nenhuns se recuperam deste começo, que nunca mais voltam a dormir como antes, que nunca mais ouvem um choro se disparar alguns alarmes no cérebro.

O bebê tem tanta coisa para aprender, mas os pais também.

E não há atalhos.

Então ele começa a rir e a interagir. O bonsai vira gente.

Os primeiros meses de um bebê, que podiam muito bem ser usados pela CIA como estratégia de privação de sono para interrogar prisioneiros, dão lugar aos primeiros instantes realmente divertidos.

Quase todos os dias há uma surpresa, uma coisa nova que o bebê passou a fazer, que aprendeu sabe-se lá como. É uma máquina de aprendizado e nos faz indagar como deve ser incrível ver tudo pela primeira vez.

Estamos tão calejados que muitas vezes não percebemos como a vida é fantástica e singular. No entanto, para o bebê tudo é novidade: a bolinha, o cachorro, as pessoas, as luzes, as músicas, as sensações, os sabores.

Tudo está acontecendo pela primeira vez. E dá aquela inveja boa de poder se espantar uma vez mais diante de tudo.

O artista é um bebê que jamais deixou de se surpreender.

Há momentos em que os pais sentam-se num canto e dizem, com as mãos na cabeça: “Não posso mais…”

Há outros em que eles se abraçam e riem juntos vendo o filho: “Por que esperamos tanto tempo para vivermos isto?”

E há também quando estes dois sentimentos ocorrem simultaneamente.

Presenciamos muito a cena de pais sozinhos com seus bebês aqui na Espanha.

Não há esta divisão entre o que é papel da mãe e do pai, excetuando por limitações fisiológicas incontornáveis. Todavia, se um dia descobrissem uma técnica que permitisse ao pai dar o peito, penso que os espanhóis fariam sem titubear.

Ficaria feliz se meu filho crescesse num ambiente assim, onde o pai não é somente aquele que paga a conta.

Ser pais é trabalho em tempo integral. Trabalho para os dois.

Sem nos darmos conta, já se passou quase um ano. O bebê, que era tão dependente e estático, agora não para quieto um segundo. Tem tudo para descobrir e, se ele tiver sorte, sempre agirá desta maneira, percebendo o mundo como um local para ser explorado.

A grande aventura da vida.

Não tive pai. Ele morreu quando eu tinha apenas seis anos. Sempre ouvi que ele era um bêbado e um vagabundo.

Hoje, acredito que era apenas uma pessoa que precisava de ajuda, numa época em que isto era somente vadiagem.

Não sou um bêbado nem um vagabundo. Quero que meu filho se lembre do meu rosto e saiba quem eu fui de verdade. Quero estar ao lado dele em seus momentos mais felizes; quero que ele possa chorar no meu ombro as suas derrotas. Quero me orgulhar dele, independentemente de suas escolhas, e quero que ele se orgulhe dos pais que teve.

Não é pedir muito.

Estamos fazendo escolhas difíceis. Escolhas que influenciarão toda a vida dele, que poderão dar muito certo ou muito errado, das quais poderemos nos arrepender um dia.

Mas quais pais não têm tais inquietações?

A grande lição que o nosso filho aprenderá, se não conosco, certamente ao longo de seus sucessos e dissabores, é que toda escolha é delimitadora.

Escolher é renunciar a todas as demais opções. Ser livre é fazer sacrifícios.

Escolhemos estar ao seu lado.

Henry e Phillipe

Henry e Phillipe

Phillipe e Henry

Phillipe e Henry

Henry é curitibano, formado em Filosofia, com ênfase em Estética. Especialista em Literatura e História. Autor de romances, novelas, coletâneas de contos e guias de viagem. Editor da Revista SAMIZDAT e fundador da Oficina Editora. Morou em Nova York, Buenos Aires, Itália, Portugal e está baseado, atualmente, em Madri, com sua esposa Denise, o bebê Phillipe e Bia, sua cachorrinha.

Vale dizer também que o nascimento do Phillipe já foi contado aqui, por sua mãe, Denise Nappi – é só clicar para ler;]

 

 

Missão dada é missão cumprida

8 nov

por Renato Maluf

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… e a mãe chegou para o pai, altiva, poderosa, irrebatível, dizendo:

– Marido! De hoje em diante o banho do Pi é com você.

– Hm… ok, embora eu não seja tão bom nisso, está combinado.

Comecei a brincar com ele, correr para cá e para lá, botei o moleque no pescoço, giramos, pulamos, mas, de repente, comecei a sentir um cheiro estranho.

– Mãe, ele fez cocô?

– Não sei, veja você mesmo!

E ela sabia! Mas escondeu o jogo! Quando puxei a fralda para dar uma olhada lá na região do cóccix, fiquei com o indicador e o médio atolados, até as falanges proximais, num monte de lama.

– Mãe! Ô, mãe! Ele fez um quilo de cocô!

– Hahahahahahahaha! Então vai dar banho!

– Você já havia visto, né?

– Claro, mas o banho não é comigo.

Beleza de Método Montessoriano que ela aplicou comigo. Quero ver, ainda, onde é que isso está escrito, no livro da Laura Gutman.

No banheiro, tirei a fralda. A danada pesava perto de 600g. Limpei o que deu, passei o lencinho umedecido, e toca pro banho, rapááá!

Até então eu não lavava a cabeça, por medo do ardor nos olhos, da moleira, enfim, medo.

Mas até que foi um banho bem dado. Sem resquícios de cocô ao fim, sovaquinhos lavados, pescoço idem, enxuguei bem, passei Cetrilan, troquei a fralda, botei uma camiseta e… pronto!

Depois daquele dia dei alguns banhos, mas não mais que a mãe. Ela estava me dando uma lição, pois consegue dar banho no garoto com as mãos amarradas nas costas, vestindo luvas de boxe e pendurada no chuveiro de ponta cabeça. É covardia, né?

Valeu o aprendizado: se deixar, o pai só brinca e não presta a menor atenção ao que está se passando com o filho…

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Imagem retirada daqui

M* de filho é m* de pai

19 set
por Renato Maluf
RM
O Pi completaria um ano, e a Mari já organizava a festa fazia pelo menos uns dois meses.
Um belo dia, tivemos que ir a algumas lojas de acessórios para tais fins, e compraríamos copinhos descartáveis, balões, chapeuzinhos e outras coisas mais.
Ele estava com onze meses e uns dias, ou seja, tínhamos que comprar ou comprar, e o prazo era curto, pois na semana seguinte viajaríamos para o interior, onde a festa aconteceria.
Filho no meu colo, de ‘cadeirinha’: eu sempre o segurei ‘sentado’ em meus braços.
Na primeira loja, nada; na segunda, nada. Na terceira, finalmente, encontramos o que a mãe queria; porém, de repente, comecei a sentir um cheiro de… hm… fim de festa?
Era um cheirinho forte, que penetrava pelas narinas, acintoso. Quando olhei para baixo, batata: ele havia feito um cocozão pastoso como nutella, e a fralda não dera conta. O cocô subiu, desceu, saiu pelos lados, etc. A minha camiseta azul ficou azul e marrom.
Grudei meu filho mais ainda em mim, quando notei, e mostrei só para a mãe dele. Por onde eu passava, as pessoas me olhavam.
Para todos os efeitos, eu havia soltado um pum. Era minha a culpa. Eu a assumira.
Fomos para casa, de acessórios comprados, e então limpamos o garoto. Minha camisa demorou a querer largar o marrom-amarelado daqueles ‘montinhos macios’. Só na “5 à Sec” conseguiram fazê-lo.
Mas é isso:
ser pai é assumir a c*g*da do filho como sendo a sua própria c*g*da, ‘cause life must go on’
e, de preferência, com a família unida.
coco_de_bebe[1]
(foto daqui)
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