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Relato de experiência com Higiene Natural

14 nov

Higiene Natural Infantil (ou Diaper Free)

é um método no qual os bebês são criados praticamente SEM USAR FRALDAS.

Parece um sonho, uma utopia, algo que a gente lê por aí [acredite ou não, 50% dos bebês no mundo são criados sem fraldas], mas que nunca conhece alguém que tento, e que ‘ueba! deu certo!’ na vida real… Bom, eu conheço! E ela não fez isso só uma, mas três bem sucedidas vezes! Pedi a essa amiga, essa mãe que eu tanto admiro, que nos contasse aqui como foi essa experiência, qual o segredo? E ela contou!!!

Aproveitem essa DICA DE OURO


 Relato de Anete Poll

Venho de uma criação alemã, onde tudo é feito de maneira metódica e sempre cheia de “dicas” que são passadas de geração para geração.

Tirando a parte culinária, os conselhos maiores sempre são em relação a maternidade e tudo o que a envolve. Pois bem, foi por conta desta criação, que meus filhos usaram fraldas somente os primeiros 45 dias.

Vou confessar. Não foi fácil. Não só pelo trabalho de observar o horário em que faziam cocô, mas o estresse das amigas cobrando “fases” que eu estava tirando dos meus filhos e que mais tarde iria prejudicá-los. Deixei pra lá e resolvi seguir os ensinamentos da minha mãe e da minha Oma (avó em alemão). Cheia de coragem, e entusiasmo, diga-se, começei a observar os horários.

O primeiro banho da manhã era sempre por volta das 8h. E sempre gostei de dar banho em uma bacia esmaltada branca, herança da minha Oma e na qual eu e minha irmã já havíamos sido banhadas. Logo nos primeiros dias já vi que esse era o horário e a preferência do meu primeiro bebê (hoje com 24 anos) para fazer cocô.

Não sei se era a água na temperatura ideal pra ele, ou se a massagem leve no corpinho. Mas sei que funcionava.

Depois do banho, deixava ele por uma hora mais ou menos, tranquilo, tirar uma sonequinha. Quando acordava, a primeira coisa era levá-lo para o xixi. Muito fácil. Eu sentava em uma cadeira de frente para o vaso (quando estava em casa) encaixava-o nos meus braços e… Pronto! Fácil, fácil.

O intervalo entre um xixi e outro, nunca controlei rigidamente. Me baseava pela quantidade de líquidos ingerido (parece loucura né?).

O outro cocô era logo após as 13h. Também horário do banho, o primeiro da tarde. E era tranquilo. Lá pelas 16h era outro.

Quando eu viajava, o método era o mesmo. A bacia branca ia junto. Posto e hotel viravam o banheiro do meu filho. Depois de três ou quatro meses, vira rotina e não tem quem não tira de letra. Mas isso não quer dizer que ele nunca sujou uma roupinha. É claro que sim. Tanto eu quanto ele não éramos experientes nesta “coisa” de mãe e filho. Mas fui em frente.

Essa foi uma das maiores experiências maternas da minha vida. E sempre que divido com amigas, elas acham que bebê faz coco a toda hora e que é impossível controlar. Mas, como sou geminiana e tenho sempre uma explicação na ponta do cérebro. Explico para as mães de primeira viagem:

Põe uma fralda em você e fica deitada (no máximo sentada) o dia inteiro, com a bunda achatada em uma fralda (que por sua vez está achatada em um colchão, em bebê conforto, em um moisés, em uma cadeirinha de segurança e até no braço) e tenta fazer cocô. É lógico que vai sair um pouquinho de cada vez. Agora, tira a fralda. Viu???? De uma vez só.

Os conselhos de mãe e avó, ah… esses, sim, são infalíveis.

Anete, Cristiano e Gabriel

Anete e Be

Anete Poll é jornalista, mãe de Cristiano 25, Gabriel 24 e Bernardo 12.

 


Vale também dar uma olhada nesse vídeo da Mamatraca: Movimento dos #SEMFRALDA

Mais sobre: Dê uma pesquisada no trabalho das autoras Ingrid Bauer e/ou Christine Gross-Loh.

Parte 1: Meu tão sonhado Parto Domiciliar (Nascimento da Giulia) – por Ma Morini

16 out

E ela foi concebida na madrugada de reveillon, no primeiro dia do ano de 2014, com muito amor e consciência.

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Que diferença de uma gestação pra outra (a gente compara, não tem jeito). Nessa, já engravidei bem mais magra, embora tenha engordado 20kg em ambas. Minha cabeça era outra, estava muito mais informada, muito mais empoderada, muito mais madura, sábia, atenta ao meu corpo, mais confiante nele e na natureza, mais ativa, serena, com cabelos lindos (do jeito que ele nunca foi), sem inchaços (nem no fim fiquei inchada, isso é um milagre), pele boa e quase nada ansiosa.

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Logo que soube da gravidez já sabia que seria parto domiciliar e não hospitalar, como conto aqui como foi o do Pietro. Sempre falava pro marido que se eu engravidasse, nasceria em casa e ela nasceu 😍
Procuramos um grupo de Apoio a Maternidade Consciente (esses grupos de apoio são essenciais para quem procura um parto normal, natural, humanizado, respeitoso, seja domiciliar ou hospitalar).
Escolhemos a ComMadre, porque sabia que a Ka Trevisan atendia lá e como ela tinha me dado aula no curso de doula, super estava simpatizada.

Passei também em consultas com uma obstetra do meu plano de saúde, escolhi a mais próxima de casa, só para ter as guias dos exames e faze-los pelo convênio (porque não dá pra fazer todos os mil exames de um pré natal pelo particular). Sabemos que é impossível ter um parto natural através dos convênios médicos 😪
NÃO recomendo que façam isso, a não ser que se esteja muito segura de suas escolhas para parir.
Dei sorte em não ter pego uma medica que me indicaria cesárea a todo custo, que me botasse medo e sei lá mais o que. Nunca conversamos sobre os meios de nascimento e isso pra mim foi ótimo, porque não precisei contar que ela não seria minha obstetra na hora do parto. As consultas eram rápidas e ela nunca me fez um exame de toque sequer.
Passei com ela até 35 semanas.

Pietro foi comigo em todas as consultas. Com a parteira, com a GO, nos exames todos e isso foi muito importante pra ele se sentir inserido nesse novo momento e pra entender que em breve teria mais um membro na familia. E também pra ficar a vontade com a parteira, que afinal estaria em casa no momento do nascimento da irmã.

Escolhi não saber o sexo. Queria passar por essa experiência, de só saber se era um menino ou uma menina, na hora do nascimento. Nos relatos que li e que fizeram assim, a emoção era enorme. E foi muito importante pra mim tratar e amar meu filho no ventre, sem rótulos, sem gênero. Apenas amar e aceitar.

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Amamentei Pietro a gestação toda e nunca tive sangramento, nem ameaça de parto prematuro em nenhum instante. Constato que isso é besteira, que pode sim amamentar gestando (se já fazia isso antes, o corpo está acostumado com a carga de ocitocina que recebe).

Optei em não ter doula, por alguns motivos… 1. porque viriam em casa duas parteiras, a Ka e a Thaís Bernardes (elas não são doulas, são parteiras, mas sabia que estaria muito bem amparada), 2. pra economizar grana pra pagar a fotógrafa, 3. porque eu estava muito segura em parir e 4. porque ensinei ao marido algumas massagens, dava pra ele quebrar um galho.

Mas eu SUPER recomendo que tenham uma doula no parto e também no pós parto. Se tivesse mais condições financeiras na época em que a Giu nasceu, eu teria contratado, com certeza.
Pesquisas mostram que o parto em que uma Doula está presente tende a ser mais rápido e necessitar de menos intervenções médicas. Algumas vantagens em se ter uma Doula na hora do parto:

· Diminui o uso do fórceps em 40%
· Diminui insegurança da mãe, ocasionando um maior autocontrole e menos dor
· Reduz o risco da depressão pós-parto
· Sucesso na amamentação
· Maior auto estima da mãe
· Maior satisfação com relação ao parto
· Diminui as taxas de cesárea em 50%
· Diminui a duração do trabalho de parto em 20%
· Diminui o uso da Ocitocina (indução de parto) em 40%
· Diminui os pedidos de anestesia em 60%

…continua

Sobre meninos e pintos…

27 set

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Estou há décadas para escrever sobre o pinto do Pi. Mas me faltava mais assunto, entendimento, vivência e conclusão da coisa toda.
Tá pensando que lidar com pinto é fácil? Aqui não foi muito não. Eu explico…

Desde que Pietro nasceu e até hoje (2 anos e 6 meses), ele tem o pinto bem fechado. Só passa o xixi ali pelo furinho e boa.
Isso nunca me encanou, até o pai da criança ver que o bichinho era extremamente fechado, pra começar a neura. Neura muito mais dele do que minha…

Eu dizia: “pra quê mexer aí?” “deixa que a natureza se encarrega de abrir” “como as índias fazem com seus rebentos homens? por acaso saem correndo pra farmácia pra comprar pomadas com corticóides?” “como foi contigo? vc usou pomada? não, né?” “meu pai, meus avôs, tios, irmãos e primos nunca usaram nada no pinto.”

A chata do pinto eu me tornei…eu sei.

Já passei Pietro em 4 pediatras até hoje (finalmente encontramos o nosso querido humanizado…post sobre ele muito em breve S2) e aí que 2 deles nos indicaram o uso de uma pomada com corticóide no pinto do Pi.

E um deles, o frankenstein da fimose, nos indicou cirurgião e tudo o mais…para uma criança de 2 anos. Blé…
Eu ia levando as consultas (que ocorriam raramente, pq Pi nunca foi de ficar doente…graças) em banho maria. Não discutia com o médico, que é um senhor já bem de idade.
O que ele falava sobre “pinto muito fechado” entrava por um ouvido e saía por outro.
E na boa, eu nunca fui de exaltar médico. Ainda mais esses que chegam com a mesma “fórmula” de criação para todas as crianças. Sempre ouvi muito mais minha intuiçao e sim, já cheguei a mentir pra pediatra pra não levar bronca e pra evitar discussões.

Até que em uma consulta com o frankenstein da fimose, a ultima com esse ser, que só levamos Pietro lá pq ele estava com uma tosse terrível…o médico começou a dar uma bronca MOR em nós. Que onde já se viu deixar o pinto do menino fechado daquele jeito, que ele já tinha nos “mandado” ver um cirurgião e blá blá blá… Até aí beleza… Fui ouvindo com o “tô nem aí” ligado.
Só que na hora de examinar, ele simplesmente puxou o pinto do Pi bruscamente e começou a sangrar… Só isso.

Preciso nem contar como fiquei pê da vida, né? Levei meu filho lá pra ser examinado por outros motivos…não pelo pinto fechado.

Enfim, troquei Pietro, dei colo, dei o peito, acalmei, conversei muito com ele, pedi desculpas por ter deixado o médico examiná-lo (morri de culpas e a vontade que eu tinha de chorar era mil) e disse também pro Pi que nunca mais voltaríamos ali.
Fui curta e um pouco grossa com o médico e nunca mais voltamos. Hoje me arrependo de não ter sido muito mais grossa com ele. Fui respeitosa demais por ele ser já bem velho 😥

E somente “graças” a esse episódio é que me convenci (e convenci o marido) que nosso filho precisava de um pediatra bacana. Pra ele, principalmente e para nós, pais.

Já tinha lido sobre o Cacá, já sabia de sua humanização e haviam ótimas indicações e relatos sobre ele.
Em outro post vou contar como foi essa consulta 🙂

Cacá foi bem sensato e notou que eu estava mais voltada para o “NÃO mexer no pinto” e o marido mais voltado para o “TALVEZ usar a pomada”. Cacá disse uma coisa que achei bem certa… Ele sugeriu para deixar essa escolha nas mãos do homem…do pai… Pq o pai é que também tem pinto e entende mais sobre isso. Nos sugeriu botar a mão no coração e na consciência, resolver essa história e ficar tranquilos com a escolha final.

E aí que eu encontro um texto da Kalu Brum, muito EU, sobre o assunto. Enviei ao marido e por fim, ficamos bem tranquilos com a questão. Não vamos mexer no pinto do Pi. Nada de pomadas, exercícios, nada… Vamos observando e eu sinto que a coisa vai fluir naturalmente.

O texto é esse aqui – http://vilamamifera.com/mamiferas/uma-visao-mamifera-sobre-fimose/

Um trecho dele:

“Vamos pensar: se a maioria dos meninos naturalmente terá a pele descolada, para que intervir com cirurgia ou uso de pomada?
Algumas mães, orientadas erroneamente por pediatra, submetem os filhos à dores. Li numa discussão uma mãe que disse que o pediatra puxou a pele à força (em 3 etapas – uma a cada dia). E que o bebê chorou pouco (justificando que não deve ter doído).
Voltando às estatísticas: se a maior parte das fimoses se resolvem até 4 anos para que intervir? E se a mesma permanecer, adolescência a fora, aí o garoto pode ser submetido à cirurgia, conscientemente, fazendo repouso. (Imagina obrigar uma criança de 5 anos a ficar de repouso?!).”

E que fique BEM claro aqui, que eu NAO estou atacando quem optou em fazer o uso da pomada em seus filhos, ok?
Sou do “cada um sabe o que é melhor e o que funciona em suas próprias vidas, famílias e lares”. Tanto que minha amada Ju Blasina, fez uso da pomada no Dimi e super deu certo pra eles. Sem neuras…

🙂

E aí o pai encontra esse achado…

14 jan

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…escrito 3 meses antes do Pi nascer.

“Filho, seu mundo deve ser gostosinho.
Tem um gabirrão, que mais parece um aquário, para acomodar você. Tem alimento o tempo todo. A mãe é calma.
Aqui em casa já tem seu irmão esperando. Você vai notar que ele tem tração nas quatro rodas (e nós – sua mãe, seu pai e você – só em duas), dorme mais de 12 horas todo santo dia e fala só com os olhos e com as patas. Ele late, mas é bem medroso. Tem voz de Nelson Gonçalves, mas na hora agá ele é baitolinha – o amigo ideal para você, pois é quase uma pelúcia. Tem um bafo esquisito, mas com isso aí você acostuma (o bafo do pai, quando come alho e cebola, fica parecido).
Quando você vier para cá, vai sentir saudades aí de dentro e vai chorar. Não faz mal, isso passa. Depois a gente fica velho e guarda no subconsciente uma recordação daqueles 9 meses de serenidade que viveu no gabirrão.
Filho, vem logo, mas vem no tempo certo, tá? Estamos esperando você, nós três.”

Por Renato Maluf

Missão dada é missão cumprida

8 nov

por Renato Maluf

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… e a mãe chegou para o pai, altiva, poderosa, irrebatível, dizendo:

– Marido! De hoje em diante o banho do Pi é com você.

– Hm… ok, embora eu não seja tão bom nisso, está combinado.

Comecei a brincar com ele, correr para cá e para lá, botei o moleque no pescoço, giramos, pulamos, mas, de repente, comecei a sentir um cheiro estranho.

– Mãe, ele fez cocô?

– Não sei, veja você mesmo!

E ela sabia! Mas escondeu o jogo! Quando puxei a fralda para dar uma olhada lá na região do cóccix, fiquei com o indicador e o médio atolados, até as falanges proximais, num monte de lama.

– Mãe! Ô, mãe! Ele fez um quilo de cocô!

– Hahahahahahahaha! Então vai dar banho!

– Você já havia visto, né?

– Claro, mas o banho não é comigo.

Beleza de Método Montessoriano que ela aplicou comigo. Quero ver, ainda, onde é que isso está escrito, no livro da Laura Gutman.

No banheiro, tirei a fralda. A danada pesava perto de 600g. Limpei o que deu, passei o lencinho umedecido, e toca pro banho, rapááá!

Até então eu não lavava a cabeça, por medo do ardor nos olhos, da moleira, enfim, medo.

Mas até que foi um banho bem dado. Sem resquícios de cocô ao fim, sovaquinhos lavados, pescoço idem, enxuguei bem, passei Cetrilan, troquei a fralda, botei uma camiseta e… pronto!

Depois daquele dia dei alguns banhos, mas não mais que a mãe. Ela estava me dando uma lição, pois consegue dar banho no garoto com as mãos amarradas nas costas, vestindo luvas de boxe e pendurada no chuveiro de ponta cabeça. É covardia, né?

Valeu o aprendizado: se deixar, o pai só brinca e não presta a menor atenção ao que está se passando com o filho…

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Imagem retirada daqui

Tampas, dia das crias e a salvação de um guri de apartamento

12 out

Dia das crianças…  uma data legal, mas que só pegou por uma jogada totalmente comercial  entre duas empresas de produtos infantis, empresas ‘visionárias’ [ou seria ‘mercenárias?’] enfim, não é à toa que a data é sinônimo de presente, na maioria das vezes, e nada mais… mas não precisa ser assim, né? Nananinanão mesmo. As crianças merecem ter um dia especial para chamar de seu [e ganhar presentes, claro, quem não gosta?], só que dá pra fazer isso de mil formas mais construtivas que simplesmente pagar uma fortuna no brinquedo que aparece na TV e se sentir aliviado pela missão cumprida… quando tirar o dia inteiro para brincar, passear, assistir desenho com a criança é o que faz do dia especial:

Estar presente é sempre o melhor presente.

Numa iniciativa muito bacana por um Dias das Crianças menos consumista, alguns lugares promovem um lance chamado Feira de Troca de Brinquedos!  A Ma Morini levou o Pi  a uma dessas feiras, em SP, e diz que foi uma maravilha!

Oh, pelas palavras da Ma [que eu roubei do face pessoal dela e ela só vai descobrir agora, mas pelo AG, vale, né? hehe]:

Ma e Pi e o macaco - na volta da feira de troca

Ma e Pi e o macaco – na volta da feira de troca

“Foi um barato, legal demais. Pi curtiu muito e eu também ;]

Levamos um piano musical, um chocalho, um mordedor e um macaco de pelúcia… tudo etiquetado com o nome do Pi. Lá, a gente deixava os brinquedos expostos nas esteiras, no chão mesmo e aí Continue lendo

‘Frutivagando’ – porque fruta no dente é refresco!

27 set

Papinho sobre papinha – parte 3

Divagando sobre frutas

Se você espera que seu filho seja popular em festas infantis, não leia este post – aliás, não leia qualquer coisa dita aqui sobre alimentação.  Nossos filhos [sim, porque o da Ma Morini é o gêmeo alimentar perdido do meu] fazem careta para batatas fritas… Recusam veementemente quando lhes oferecem salgadinhos e jamais foram fotografados lambuzados de bolo ou brigadeiro ou pirulito… Não pedem coca-cola [com ou sem rato], não ficam babando pela comida dos outros – a menos que sejam frutas. Daí, lascou-se – escondam suas frutas – especialmente as uvas-passas – esconda todas –  que os devoradores estão soltos e cada vez com a boca mais cheia de dentes pra tascar nelas!

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É claro que cada um deles tem a sua fraqueza… Continue lendo

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