Arquivo | fevereiro, 2013

Blogagem Coletiva: Mamãe Está de Olho (ALIMENTAÇÃO INFANTIL)

10 fev
Estamos de olho

E nós, do AG, também estamos de olho.

E foi proposto, pelos blogs A Sós, Reciclando com a Mamãe e Para Beatriz, uma blogagem coletiva super legal e muito importante, sobre alimentação infantil.

Aqui em casa, até alguns dias atrás, a gente conseguia comer algumas porcarias na frente do Pietro, sem que ele demonstrasse qualquer interesse. Agora, minha amiga, a coisa tá séria. O menino, que acaba de completar 11 meses, quer e pede tudo o que estamos comendo. É chegada a hora de dar o exemplo, porque aquela ladainha do ‘faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço’, não funciona para educar uma criança, não mesmo.

Até hoje, eu sempre cuidei muito da alimentação do Pi, compro orgânicos, não dou açúcar, não dou nada artificial e o leite materno é ainda o principal alimento dele. Mas confesso que eu adoro comer porcarias, sinto necessidade de comer um doce todo santo dia. Fast food, rola pelo menos uma vez na semana. Refrigerante, o marido curte pacas e sempre compra. Temos um vicio feio de ir na padaria e trazer pra casa, um porre de doces maravilhosos. Claro, não dou nada disso pro Pietro e comemos escondidos. Mas até quando a gente vai conseguir esconder do menino? Ele está crescendo e não é bobo nem nada. Que exemplo, nós, pais, queremos dar ao nosso filho?

Estou trabalhando internamente essas questões e quero, de verdade, me livrar dessas porcarias tão gostosas, de fácil acesso, e que fazem tão mal a saúde. Não imagino meu filho, de paladar tão purinho, se viciando nessas tranqueiras. Mas, para isso, precisamos começar por nós, adultos, a dar o exemplo e curtir mais o ‘natural’.

O primeiro passo, vai ser cortar o fast food semanal. Depois, o refrigerante. Já conseguimos parar com o suco de caixa (aquele, que de néctar de fruta não tem nada, só puro açúcar e conservantes) e substituímos pela água e pelo suco em polpa. Devagar, a gente consegue e o melhor de tudo, é que somos adeptos dos grãos integrais e dos ‘cozidões’ com um sem fim de verduras. Gostamos de todo tipo de vegetal, aqui em casa não tem frescura. Outra coisa que queria me ver livre, são das carnes. Sou super simpatizante dos veganos, mas isso ainda não é para mim. Ainda.

Assistimos (eu e marido, fiz questão que ele também visse) aquele documentário, Muito Além do Peso, e ficamos chocados com a escassez e preços altíssimos dos alimentos naturais. Outra coisa que super me chamou atenção, foram as crianças que não sabiam o que era um abacate, uma manga, um mamão… Depois de ter visto isso, passei a dar frutas e legumes inteiros para Pietro analisar.

"Porque a maçã é vermelha e ácida e a pêra é amarela e suculenta... né, mamãe?"

“Porque a maçã é vermelha, redondinha e ácida e a pera é amarela e suculenta… né, mamãe?”

Sem contar, o absurdo das gondolas dos supermercados, né? Todas lotadas de produtos maléficos, coloridos artificialmente e por onde se olha, vê personagens e mais personagens infantis (uma puta sacanagem da publicidade). Normalmente, aqui pra gente, fazemos da ida ao mercado, um passeio. Pietro curte muito, só que vejo, em um futuro não tão distante, que esse ‘passeio’ vai se tornar apenas coisa de adulto.

Bom, chego a conclusão que um pouco de esforço não faz mal a ninguém. E está mais do que na hora de deixarmos de lado aquele pensamento do ‘se não consigo melhorar 100%, então prefiro deixar tudo como esta’. E não é bem assim, um pouquinho que melhoramos, conta e muito. Afinal, não existe perfeição, né?

Estou disposta a melhorar. Pelo futuro do meu filho e o nosso também. E você?

Por Ma Morini

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PAPINHO SOBRE PAPINHA

Nos empolgamos tanto que fizemos até um novo vídeo, porque o assunto merece!

A introdução alimentar nunca foi tão linda!
Do peito a papinha, a relação com o alimento é mais do que a função [nada simples] de nutrir… Seja paciente, persistente, dedicada, organizada, APAIXONADA. criativa e [ufas!] tudo vai dar certo ;]
[Fotos do acervo pessoal das autoras do blog Ando gestando [Ma Morini e Ju Blasina], arte de Ju Blasina e  música by Palavra Cantada, “Sopa”]

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Começo o meu relato sobre esse assunto [que eu aaaamo!] com um desabafo: eu sofro bulling por cuidar bem da alimentação do meu filho! Sofro bulling por tentar fazer o certo, 100 % do tempo, sem pausas em finais de semana, feriados ou visitas à casa da vovó. O certo…  E o que diabos é o certo?

O certo, aqui, é uma alimentação bonita, cheirosa, gostosa e saudável – que é bem definida no ‘estatuto’ do AG como aquela o menos artificial possível – a famosa “comidinha da mamãe”.

Já ouvi um ou outro elogio como ‘ah, pergunta pra Ju que ela é especialista no assunto’, ou ‘nossa, até eu comeria essa papinha’, mas na maioria das vezes, eu sofro bulling. Sofro bulling e isso me incomoda pácas! Incomoda, porque a gente sempre espera que as pessoas mais próximas valorizem aquilo que tem valor para a gente… Que, se não entendem bem os nossos porquês, que pelo menos respeitem nossas escolhas – especialmente no que diz respeito à forma de se criar (e alimentar!) filhos! Mas… não é bem assim que acontece… Infelizmente.

O bulling de ser ‘neurótica com a alimentação do guri’ me incomoda, mas não me influencia.

Eis uma lista comentada das coisas que eu engulo dos ‘bulinadores’ com mais frequência que minha paciência me permite digerir [o jeito é rir pra não chorar]:

  • O que é que adianta toda essa frescura se daqui a pouco ele vai pra escola e aí, vai se encher de porcaria? [adianta que… a introdução alimentar deixa marcas para o resto da vida – inclusive na forma como a criança se relaciona com os alimentos. Ora bolas…]
  • (No restaurante ou nas festas) Tadinho… ele não vai comer nada? (Tadinho… ele comeu uma de suas papinhas favoritas antes de sair de casa… com uma fruta de sobremesa… E mamou – no peito! Tadinho, que tortura! Vou me entregar para o conselho tutelar!)
  • Pra que todo esse trabalho se, hoje em dia, vende tudo pronto? [essa, não foi pra mim – foi um amigo (pai cuidadoso pácas!) que ouviu da própria mãe… uma avó não-ortodoxa, não?]
  • Tadinho… É tudo sem açúcar?! NEM SAL?!!! [Oh, blasfêmia! Blasfêmia!!!]
  • Eu vou te levar pra minha casa e te encher de gelatina, iogurte… chocolate/sorvete/ou qualquer-outra-porcaria-industrializada [essa aí, a pessoa diz direto para o bebê – talvez por falta de coragem pra dizer me olhando nos olhos!]
  • E danoninho? danoninho pode, né? [É… Não! – mas que mania que as pessoas tem de danoninho… danoninho e bolacha maria! Aff! Não pode, não: primeiro que, leite (que não seja LM ou Fórmula, pra quem precisa) e seus derivados, só depois de um ano, segundo que danosinho, não é iogurte nem aqui nem ali!]
  • Se ele chorar, dá uma bolacha maria que passa… (Passa… o quê??? A fome? Sim, porque comida não é recompensa ou resposta pra qualquer coisa além de… FOME! E seeee for para dar uma bolacha, pra variar o cardápio de veeez em quando, que seja uma bolacha de água e sal, que ‘é uma coisa natural’ ;]

Tadinho [o ‘tadinho’ é campeão..], olha a carinha dele! Tá salivando… Quando ele vai poder comer… (chocolate/sorvete/qualquer-outra-porcaria-industrializada)?

O que as pessoas não entendem é que (número 1) manter uma alimentação saudável e balanceada não é pra mim “um sacrifício pelo bem do bebê” – sempre fui chata cuidadosa com a minha própria alimentação, sempre me entendi ‘sendo aquilo que como’, porque então eu seria relapsa justo agora, quando isso implica na saúde da pessoinha com a qual mais me preocupo no mundo?! Além disso, cara.. Eu amo cozinhar! Ainda mais para quem se ama – definitivamente, não é um sacrifício, é um prazer!  E outra (número 2), não é sacrifício algum para o bebê comer uma comida gostosa, saudável, feita com ingredientes selecionados e todo o amor do mundo – ainda que praticamente sem sal!

Vou contar um ‘segredo’: caso você não tenha sacado ainda, o bebê não sabe que é sem sal ou sem açúcar… também não sabe que chocolate e sorvete são tãaaao bons (apesar de maus)… Não sabe, até que prove pela primeira vez, então, não caia nessa de ‘mas ele tá salivando – ele quer’. Ele pode até estar salivando, isso é sinal de que já quer algo para mastigar. Dê algo para ele mastigar… São tantas as opções saudáveis – há um mundo de sabores a explorar além do que está embalado na prateleira do supermercado!

introdução alimentar

Quanto menos artificial [e mais coloriiiido], melhor

Muitas das mães que eu conheço até se preocupam com a alimentação dos bebês, mas encaram isso como um esforço temporário, só até que a criança fique grande o suficiente para entrar na dieta da família – Ok… Mas e se a dieta da família é uma bagunça (como a maioria é)? Então, pode ser a preocupação que se tem pelo bem do pequeno o impulso que faltava para mudar o hábito alimentar da casa toda [vontade que a Ma bem expressou no relato acima do meu: vai que dá, Ma, vai que dá ;]

Por Ju Blasina

Do que rolou em janeiro: entre doulas e cabelinhos, parto… e o pai, onde fica?

8 fev

Para concluir temporariamente o papo sobre PARTO, devo dizer: que polêmico foi esse primeiro mês do ano, hein? Muito disso, graças a um ‘certo’ hospital de São Paulo, que, além de proibir a presença de doulas, teve a infeliz ideia de publicar um post que incentivava o alisamento do cabelo de crianças que tem ‘o cabelo muito crespo’… Affx2! A repercussão foi tamanha que o tal post – sobre tratamento químico nas cabecinhas crespas – sumiu! Já a polêmica das doulas… deu foi mto pano pra manga: centenas de mulheres – mães, doulas, barrigudas e ativistas pela humanização do parto lotaram a Av Paulista no último domingo – e o AG tava lá, bem representado pela Ma Morini e sua família:

Marcha pelo direito a uma doula,  ocorrida em 03 de fevereiro de 2013, na Av Paulista, SP

Fotos do acervo pessoal da Ma

No post anterior a esse, minha ‘co-gestora’ de AG,  explica que: “Doulas são mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto.”

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[Pequena pausa para tratar do cabelinho]

Fotos dos bebês by internet

Fotos das ‘bebelezas’ e seus variados ‘bebelinhos’ by internet

Vale dizer aqui que

o AG repudia toda e qualquer prática de racismo e opressão!

Mostremos às crianças que a beleza não tem um padrão – deixa o cabelo ser crespo, liso, pouco, muito e de qualquer cor. Feio é o preconceito: tentar encaixar os seres em fôrmas desde pequenos, estimulando uma padroninazão estética… Isso, além de feio, é cruel demais – só faz destruir a autoestima ainda em formação!

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Mas ‘a história do cabelo’ não foi nada se comparada a da proibição das doulas… Pra completar, alguns hospitais de SP que antes permitiam à ‘parturiente’ [palavra feia, mas tudo menos ‘mãezinha’!] ter na sala de parto o marido E a doula, disseram ‘Ê-e: agora é o marido OU a doula, mãezinha!’ – muito embora na maioria dos hospitais públicos essa já seja a realidade – isso, com sorte, quando respeitam o que a lei determina [alguns só permitem a presença de um acompanhante, quaaaando e SE a mãe requisita… oferecer, lembrar, informar dessa possibilidade, é uma ‘gentileza’ rara, viu?]

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Da importância da doula na hora do parto, todo mundo [que lê o AG], já sabe, agora, e a do PAI?

Perguntamos na nossa página do Facebook “Qual o lugar mais adequado para os pais” na hora do nascimento do baby:

na SALA DE PARTO ou SALA DE ESPERA?

Entre os nossos leitores que opinaram, a maioria esmagadora votou pela presença do pai na sala de parto.

Pais do lado de dentro da sala

Fotos enviadas pelos nosos leitores-amigos via Facebook do AG

Nas fotos – do lado de dentro da sala:
Mamãe Roberta Soares mandou a primeira foto de família do Matheus (2012) – Cristian Duarte com sua amada recebendo a amadinha Sara (2011) – O pequeno Gu bem aconchegado entre os pais Aline e Vantuir (2012) – Jose Bonilha no primeiro contato “externo” com sua primogênita (2009)

  • Mais dos nossos leitores

Karen Bandeira, que é mãe de gêmeos, contou que o marido assistiu ao parto e que foi lindo: “passaram os bebês para ele me mostrar – é uma emoção que mãe nenhuma esquece, a família reunida pela primeira vez…”

Mas, como nosso relatos de parto bem exemplificam, não adianta só romantizar o momento – porque, além de lindo, o troço é punk… Cabe ao pai que pretende assistir – e até mesmo ter que ‘fazer as vezes de doula’ estar preparado!

Nossa colaboradora, a Fabi Lopes, conta que o marido dela cedeu ‘gentilmente’ a vez a qualquer uma das mulheres da família que disputavam a vaga de doula: “O Jão golfa, ele vomita junto, imagina ver o parto… Não, não. Eu também preferi assim!”

Claro que cada caso é um caso… e pra cada família, uma sentença – enquanto algumas mães se sentem mais seguras com a presença do marido, outras, ficam desconfortáveis por serem vistas naquela situação [de bicho, como manda a natureza] – e enquanto alguns pais fazem muita questão de estar do lado de dentro da sala, outros se sentem melhor na sala de espera – que é outro tipo de emoção. O grande objetivo da coisa é que todos estejam confortáveis e seguros para vivenciar esse momento ‘fuckspecial’ que é o nascimento de um filho. Como bem apontou um dos pais votantes da nossa enquete:

“Embora existam muitas orientações textuais sobre o lugar do pai nesse momento, a situação e a maturidade é que vão ditar essa posição”, disse Alisson Affonso, pai da pequena Beatriz – Disse bem… E tem o dito ;]

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Na foto: Renato (e Pietro, os meninos da Ma Morini)

Na foto: Renato (e Pietro, os meninos da Ma Morini)

E como nós apoiamos a presença do pai junto ao filhote, independente do lado da sala que ele tenha escolhido para esperar, apoiamos também o Projeto de Lei que tenta aprovar a Licença Paternidade de 30 dias! Já pensou, que maravilha?

Se nós, mães, achamos pouco tempo os 4 meses [mínimos] da Licença Maternidade… O que dizer dos ‘3 dias’ que, atualmente, os pais tem direito??? Bora votar na Petição Pública em apoio ao PL da Licença Paternidade – clica aqui e, simbora!

Mais amor, por favor…

1 fev

Ainda mais quando o assunto é parto. Esse é um  momento único e toda mulher deveria estar mais que cercada de amor e humanização nesse momento tão ‘sentido’, tão pleno, tão ímpar, tão ‘tudo’. Mas nem sempre é assim.

Muito se tem falado sobre parto humanizado e o assunto é extenso a beça.

Vou falar sobre as doulas. Afinal, quem decide por ter o acompanhamento de uma doula, já é quase 100% caminho andado rumo ao ‘mais humano’, rumo ao amor.

Mas o que é uma doula?

Imagem do Google

Imagem do Google

“A palavra ‘doula’ vem do grego ‘mulher que serve’. Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto.

Antigamente a parturiente era acompanhada durante todo o parto por mulheres mais experientes, suas mães, as irmãs mais velhas, vizinhas, geralmente mulheres que já tinham filhos e já haviam passado por aquilo. Depois do parto, durante as primeiras semanas de vida do bebê, estavam sempre na casa da mulher parida, cuidando dos afazeres domésticos, cozinhando, ajudando a cuidar das outras crianças.

Conforme o parto foi passando para a esfera médica e nossas famílias foram ficando cada vez menores, fomos perdendo o contato com as mulheres mais experientes. Dentro de hospitais e maternidades, a assistência passou para as mãos de uma equipe especializada: o médico obstetra, a enfermeira obstétrica, a auxiliar de enfermagem, o pediatra. Cada um com sua função bastante definida no cenário do parto.

O médico está ocupado com os aspectos técnicos do parto. As enfermeiras obstetras passam de leito em leito, se ocupando hora de uma, hora de outra mulher. As auxiliares de enfermeira cuidam para que nada falte ao médico e à enfermeira obstetra. O pediatra cuida do bebê. Apesar de toda a especialização, ficou uma lacuna: quem cuida especificamente do bem estar físico e emocional daquela mãe que está dando à luz? Essa lacuna pode e deve ser preenchida pela doula ou acompanhante do parto.

O ambiente impessoal dos hospitais, a presença de grande número de pessoas desconhecidas em um momento tão íntimo da mulher, tende a fazer aumentar o medo, a dor e a ansiedade. Essas horas são de imensa importância emocional e afetiva, e a doula se encarregará de suprir essa demanda por emoção e afeto, que não cabe a nenhum outro profissional dentro do ambiente hospitalar.” – texto bárbaro, da parteira e obstetriz, Ana Cris Duarte (retirado DAQUI).

Imagem retirada do blog Diretório Materna

Sem contar que as doulas ajudam a diminuir as taxas de cesárea, aumentando as chances de um parto normal. Ela tem um lugar único na equipe de atendimento ao parto, dando suporte psicológico e conforto físico para a mulher. E como muitos alegam falsamente, as doulas não causam infecção, pois não executam procedimentos técnicos.

E nessa quinta  (31/01/2013), as doulas foram reconhecidas pelo Ministério do Trabalho.

3221-35 – esse é o número 🙂

Ministério do Trabalho

Ministério do Trabalho

Aqui em São Paulo, duas grandes maternidades limitaram a entrada de doulas em suas instalações. Elas estão ‘obrigando’ as gestantes a escolher entre o pai da criança ou a doula, para acompanhar o parto. Sacanagem, né? A mãe precisa da doula e precisa do apoio do marido e o marido também acaba precisando do apoio da doula. Muitos homens, não sabem como agir diante de um trabalho de parto. É comum que tenham medo de expor suas emoções, com receio de atrapalhar a mãe, que está em trabalho de parto. A doula ‘mostra’ o caminho para ambos e os tranquiliza.

E por conta dessa polêmica das maternidades, vai rolar uma Marcha bacanuda (o Movimento das Mulheres e Homens pelo Direito a uma DOULA – em qualquer hospital brasileiro durante o pré parto, parto e pós parto), nesse domingo (03). A marcha começará no Edifício da Gazeta, passará em frente à Maternidade Pró Matre, seguirá pela Av. Paulista e acabará em frente à Maternidade Santa Joana.

Queremos DOULA

Queremos DOULA

Eu só tive profundo conhecimento do que era uma doula, quando meu filho já tinha nascido. Entrei de cabeça no mundo ‘maternista’ depois dele ter chegado. Nunca é tarde, não é mesmo? E eu luto (e estarei presente nessa marcha, com marido e filho) pelo direito da mulher, de escolher como e com quem quer parir.

Vem também!!

Encontre uma Doula:

Doulas em São Paulo, Doulas em Porto Alegre, Doulas em Belo Horizonte, Doulas no Rio de Janeiro

Fontes de pesquisa:

Doulas, Movimento no Face.

Promoção: “A gente curte quem curte a gente”

1 fev

Oi, pessoal

Agradecemos imensamente a todos que participaram da nossa primeira promoção – agradecemos também a nossa parceira queridona, a Fabi da JOJO Baby, por depositar aqui suas fichinhas de esperança, desde o princípio, e por tornar possível esse primeiro sorteio – obrigada meeeesmo! 

E aos TANTOS que chegaram ao AG por conta do sorteio, nossas BOAS VINDAS: esperamos que vocês curtam muito o que a gente oferece – outras promoções virão [porque é tão bom ganhar presente, não?], mas o que importa mesmo é o que faremos antes e depois delas ;]

Agora, chega de blábláblá que o que vocês querem ler é o resultado né? Então tá, que rufem os tambores…

 

E o vencedor da promoção “A gente curte quem curte a gente” é…

…tcharãn tcharãn:

 

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————————–VIRGILIO LABORDE——————————–

de Rio Grande, RS [pai de um lindo casal de gêmeos de 5 meses]

Parabéns, Virgílio!

Resultado da promo 1

O resultado!

[o resultado pode ser tb conferido AQUI, oh ;]

Beijos a todos  e, mais uma vez:

Obrigada por terem curtido ;]

EQUIPE AG

 

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Na semana em que comemoramos 1 mês de retorno do blog à ativa e que somamos as primeiras 100 curtidas da nossa página no Facebook, olha só o que nós e a nossa amiga-parceira JOJO Baby trouxemos para vcs:

O 1º SORTEIO DE BRINDE no AG!!! Uhu!

Primeira promoção do AG - em parceria com a JOJO Baby

[clique na imagem e saiba mais ;]

Para participar da Promoção é só curtir a página do AG no Facebook – e a da JOJO, tb – compartilhar (lá no Facebook)  a imagem da Promo ou este post e clicar em ‘Promoções’ [na página do AG] >> sorteio >> QUERO PARTICIPAR [oh, um atalho → AQUI, oh ←]

Aí, é só aguardar: O vencedor escolhe o presente: ou uma camiseta baby ou um sapatinho – da JOJO Baby! [ah, o frete é grátis, claro ;]

Corre lá, curte lá: a promoção se encerra às 0h da próxima terça-feira, 05/02 – aproveite, traga os amigos, celebre com a gente: ueeeeba!

Porque a gente curte MESMO quem curte a gente ;]

Beijos mil

-Equipe AG

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