Dicas de primeira… Viagem

28 fev

Em meados do terceiro trimestre…

Autorretrato de JuB com 30 semanas

Pra mim, acho que deu de ler sobre gravidez, né?

Se a essa altura do campeonato algo ainda não foi assimilado, fica pra próxima! É hora de me preparar melhor para a segunda fase: o que fazer com um recém-nascido? 

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NOTA: Não quero dizer com isso que o blog vá parar de “gestar” – ainda tenho 2 meses de “embolotamento” pela frente e pelo menos uns 3 posts quase prontos sobre coisas de barriga [um sobre moda grávida, um sobre cantinho do bebê e outro, sobre os ‘queridos’ desconfortos que crescem durante os 9 meses mágicos]. Mas, por ora, vou usar toda a ansiedade que me assola para queimar etapas e falar um pouco do depois:

Temos um nenê, e agora, José? 

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Infelizmente, recém-nascidos não vem com manual de instrução, nem costumam ser pacientes até que se pegue o jeito, muito menos facilitar as coisas para quem, sem prática, tenta desesperadamente assimilar tamanha informação!

Aproveite e conheça o trabalho da fotógrafa canadense Stephanie Robin

É claro que a teoria do funcionamento de toda e qualquer coisa é apenas… teoria – e mtas vezes pode se mostrar um tanto falha quando posta à prova, mas… a nós, mães/pais de primeira viagem, é o que resta: juntar o máximo de informação para arrancar o mínimo de cabelos, assim que trouxer o pequenino para casa.

Ou seja, ler e pesquisar e perguntar aos médicos, às avós, às amigas já diplomadas no assunto: o que fazer agora? e agora? e se..? E quando..? E como..? Enviar às autoridades competentes um bom e velho S.O.S. – claro e em bom tom: Help me!!!

Em  minha mente fértil, já passei por todas as experiências iniciais da maternidade: já pari, amamentei, troquei, dei banho, pus para dormir, para arrotar, acordei no meio da noite e até com choros estranhos lidei! E nem em minha imaginação tudo saiu perfeito; saiu mais conforme “o esperado”, levando-se em conta toda a minha experiência e expectativa com o assunto – é o que dá, gerar sonhos num terreno povoado por medos!

Quando se trata de bebês, muita coisa é incerta – não se pode esperar um comportamento padrão, só porque você, quando bebê era assim ou ‘assado’ na mesma idade ou porque o amigo pediatra alertou ou porque assim dizia em todos os mil livros de puericultura que você devorou: cada bebê é único e terá suas próprias manias – da mesma forma como é cada nova mãe que nasce. A maioria das dificuldades será vencida na prática, conforme os desafios forem apresentados. E na hora do “vamos ver”, cada um cria suas próprias estratégias. Não que elas sejam melhores ou piores que qualquer outra, mas são as SUAS e, portanto, tem seu mérito.

Foto by Ju B. Eis um livro mais divertido que informativo, mas mto, mto bom!

De onde eu tirei tais dicas?
Dos mil livros de puericultura que devorei, das zilhões de perguntas com as quais atazanei a vida daqueles que assim me permitiram e dos “enê” sites que visitei em busca de informações – não, nada disso me salva, nem faz de mim 100% preparada, mas… Se você também suspeita [ou espera desesperadamente] que ajude, eis umas fontes mui relevantes:

Ju Blasina

E tenha uma boa viagem ;]

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